Fala sobre astrologia horária por Yusuru, clicando aqui
Astrologia Horaria 1 Gerson Pelafsky SP
Astrologia Horaria 2
Astrologia Horaria 3
Astrologia Horária 4
Astrologia Horária 5
Astrologia Horária 6
http://www.youtube.com/watch?v=RY5E80M3XdI&feature=related 3
A Astrologia horária é a Astrologia oracular.
Astrologia Horaria 1 Gerson Pelafsky SP
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A Astrologia horária é a Astrologia oracular.
Em Cuba conheci astrólogos horários que são verdadeiros oráculos.
Impressionante as suas interpretações e orientações e a riqueza das respostas que conseguem encontrar no mapa natal da pergunta formulada.
A Astrologia Horária é uma vertente da chamada Astrologia Tradicional, antes da descoberta dos planetas Urano, Netuno e Plutão.
Tem dois fatos significativos para o desenvolvimento da Astrologia horária. Primeiro não se apoiar na data e hora de nascimento da pessoa. Na antiguidade, não era comum se anotar a hora de nascimento e muitas vezes até o dia era esquecido. Outro fator muito importante é que não faz interpretações psicológicas, espirituais, comportamentais, o seu lado prático e objetivo a liberta do uso ideológico, moral, o teológico.
A partir da tomada do poder da Igreja Católica no seculo VII d.C., e mais tarde a partir do século XVII com a censura que acompanha o desenvolvimento das ciências naturais e das filosofias tipo o Empirismo, o Racionalismo cartesiano e o positivismo, a Astrologia conseguiu sobreviver graças ao estilo direto e prático da Astrologia Horária.
Destaca-se como divulgador da Astrologia Horária o astrólogo tradicional William Lilly (1602-1681), cujo livro exemplar Astrologia Cristã (1655), se encontra no Blog Biblioteca. W Lilly se destacou também pela assertividade de suas previsões o que deu muito prestígio a esta técnica. Foi só em 1980 que a inglesa Olívia Barclay teve a bênção de descobrir na Biblioteca de londres um original deste generoso livro, o que permitiu resgatar muitos de seus métodos, conceitos e regras fundamentais.
Na atualidade a internet está facilitando o acesso aos livros dos antigos o que está provocando uma espécie de renascimento da chamada Astrologia Tradicional, que inclui a Astrologia Horária.
A Astrologia horária trabalha só com os planetas até Saturno, os 12 signos tropicais, as 12 casas, os aspectos maiores, as dignidades e debilidades planetárias, e as estrelas fixas. É cheia de detalhes, regras e métodos que tem o propósito de expressar detalhes de acontecimentos.
A Astrologia horária é construída para responder perguntas claras, bem definidas, concretas, singulares, objetivas.
A carta é feita na hora que é formulada a pergunta ao astrólogo
A questão da pergunta
Perguntas concretas, importantes para pessoas:
vou me casar com fulano?
vou ser aceito em tal emprego?
onde está tal objeto perdido?
questões sobre doenças, pessoas dessaperecidas, heranças.
Definição clara do quesito, situação que levou, inspirou a pergunta. Localizar os significadores da pergunta (planetas que regem o querente).
Ascendente ou cúspide da casa I - perguntador
casa 7 - o astrólogo (o artista)
Regentes dos signos. Condição celeste. Aspectos. Dignidades. Virtudes.
ver nas efemérides se o movimento dos planetas está a favor ou contra o acontecimento.
aspectos separativos... já aconteceu
aspectos aplicativos... vai acontecer
oposição - nefasto
recepção mutua - favorável
translação de luz
A Figura Horária é levantada para perguntas claras e objetivas e que contenham o devido contexto.
Quantas vezes a Figura apresenta impedimento para o astrólogo julgar pois a pergunta não é clara ou porque o Querente tinha mais de uma questão em mente.
A Astrologia Horária não responde às questões subjetivas, "ele me ama?" não é uma pergunta objetiva de resposta sim ou não, não é apropriada para uma Figura Horária.
Quanto ao “vamos namorar?” ou “vamos casar?” questionam fatos que podem ou não existir na vida do Querente. É objetivo.
As perguntas podem ser gerais “vou comprar um carro em 2009?” ou mais exatas “vou comprar o carro do meu amigo em 2009?”
Lembrar que se a pergunta é sobre um outro alguém ou a um objeto ou situação de um outro alguém, precisa se encontrar a casa derivada.
A pergunta “vou comprar o apartamento de meu amigo?”: o Querente é o representado pelo Ascendente da Figura, o Amigo é a casa XI. E o apartamento do Amigo? Será a casa IV derivada da casa XI, a casa II radical.
Se fosse o “meu filho casará em 2008?”, toma-se os regentes da casa V radical, o filho da Querente, e da casa VII derivada, o casamento, ou casa XI radical.
Falarei em outra postagem sobre casas derivadas, com uma listagem de hipóteses, como: qual a casa dar à mãe do meu amigo?
Escolha de Significadores do Querente e da Pergunta
Significador do Querente
O Querente tem sempre como significador o regente do ascendente e a Lua como co-significadora, muito simples.
Porém, após ler o estudo da astróloga Clélia Romano sobre a obra Masha’ allah para este artigo, tenho considerado a escolha do significador do Querente com o critério da técnica de Masha’ allah.
A escolha do significador do Querente: escolhe-se o regente do Ascendente quando ele está em aspecto ptolomaico, conjunção, sextil, trigono, quadratura, oposição, com o Ascendente.
Exemplo: Ascendente em Libra, Vênus em Libra (conjunção ao ascendente), Leão, Sagitário (sextil ao ascendente) Gêmeos, Aquário (trigono), Capricórnio, Câncer (quadratura), Áries (oposição).
Se o regente do Ascendente aspectar um outro planeta que esteja em aspecto ptolomaico com o Ascendente, poderá ser escolhido.
Exemplo: Ascendente em Libra, Vênus em Virgem aplicando Trigono a Júpiter Capricórnio. Como Júpiter aspecta o ascendente por quadratura, júpiter coleta a luz de Vênus e leva ao Ascendente. Vênus pode ser o significador pelo contato com Júpiter.
Quando o regente do signo do ascendente da Figura estiver em aversão ou inconjunto ao ascendente, e não aspectar algum planeta que o ligue ao Ascendente, ele deve ser descartado. O mesmo se faz para a Lua.
Se o regente do Ascendente e a Lua forem descartados, espera-se qual dos dois ingressará em signo em que se possa aplicar aspecto ao Ascendente.
Exemplo: no dia 27 de Dezembro, calculei uma Figura com Ascendente em Leão. A pergunta era “vou conseguir um trabalho em 2009?”. A Querente está desempregada e espalhou os currículos em empresas, pediu a amigos e ao namorado que levassem os currículos tbém para quem talvez pudesse ajudar.
Julgamento 1
Sol e Lua são significadores da Querente, Vênus rege a casa X e é significador do trabalho. Sol e Lua n aplicam aspecto a Vênus.
Lua Combusta, Vênus Vazia de Curso: a Querente continuará desempregada.
Julgamento 2
Se usar a técnica de Masha’ allah:
O Sol e a Lua estavam em Capricórnio, inconjuntos ao Ascendente. O Sol e a Lua tbém não aplicavam aspecto a nenhum planeta em conjunção, ou sextil, trigono, oposição ou quadratura ao Ascendente.
Visualizei que a Lua em Aquário estaria na vasa VII, aspectando o Ascendente por Oposição. E ao ingressar em Aquário, a Lua aplicaria conjunção a Vênus, regente do trabalho ou casa X.
O significador da Querente, a Lua, e o significador do assunto perguntado, Vênus estarão em conjunção na casa VII, que é das uniões.
A resposta é que a Querente terá uma demora mas conseguirá um emprego com ajuda ou por intermédio do namorado.
Significador do assunto perguntado:
Casa I: o Querente, a sua saúde do Querente, o corpo e aparência do Querente
Casa II: os bens móveis do Querente, o seu dinheiro, os seus objetos. “Onde está a minha carteira?”, a carteira tem como significador o regente da casa II.
Casa III: irmãos, viagens curtas, as comunicações do Querente ou sobre o Querente. “Estou sendo caluniado?”, o regente da casa III vai representar a calúnia. Ascendente em Áries, casa III em Gêmeos, Mercúrio em Libra em Quadratura a Marte em Capricórnio: Mercúrio está em Libra, signo de Detrimento de Marte e aind aplica quadratura a Marte. A resposta é sim e Mercúrio é a calúnia contra o Querente.
Casa IV: imóveis, bens, heranças do Querente. O pai do Querente.
Casa V: amores, o sexo e diversões. Os filhos do Querente. É a casa do dinheiro do pai por derivação, a casa II derivada da casa IV.
Casa VI: as aflições, doenças e os trabalhos pesados que fazem o sofrimento do Querente. Os animais pequenos. Os empregados do Querente.
Casa VII: o marido, a esposa, o sócio, o colega. Os inimigos que o Querente conhece. Os profissionais contratados pelo Querente: o médico, o advogado. O Oponente em um Processo legal, o Concorrente em um Concurso ou Eleição. "Vou me eleger síndico?", o regente da casa VII será o outro candidato a ser síndico.
Casa VIII: as perdas, a dor mas as heranças, a pensão deixada pelo marido.
Casa IX: religião, conhecimento superior, viagens longas.
Casa X: a carreira, o trabalho. A autoridade que está acima do Querente: o patrão, o juiz que julga seu processo. A mãe do Querente pois é a casa VII derivada da casa IV, o pai.
Casa XI: amigos, ajuda, dinheiro que vem de presente, como sorte, como prêmio da Loteria. Mas tbém, o dinheiro do trabalho, o salário, pois é a casa II derivada da casa X.
Casa XII: prisões, hospitais. O regente da casa XII será um dos significadores da pergunta: “Vou ter que operar a Vesícula?”. A internação no hospital e operação são a casa XII, a doença é representada pelo regente da casa VI.
OBSERVAÇÃO: o Estudo de Clélia Romano sobre Masha'allah está no sitehttp://www.astrologiahumana.com/ e o título é A técnica de Masha´allah na questões Horárias
Mais uma recomendação: a comunidade do astrólogo Lauss Hans, onde tem tópicos com exemplos de perguntas horárias.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=107643763
A Astrologia Horária é uma vertente da chamada Astrologia Tradicional, antes da descoberta dos planetas Urano, Netuno e Plutão.
Tem dois fatos significativos para o desenvolvimento da Astrologia horária. Primeiro não se apoiar na data e hora de nascimento da pessoa. Na antiguidade, não era comum se anotar a hora de nascimento e muitas vezes até o dia era esquecido. Outro fator muito importante é que não faz interpretações psicológicas, espirituais, comportamentais, o seu lado prático e objetivo a liberta do uso ideológico, moral, o teológico.
A partir da tomada do poder da Igreja Católica no seculo VII d.C., e mais tarde a partir do século XVII com a censura que acompanha o desenvolvimento das ciências naturais e das filosofias tipo o Empirismo, o Racionalismo cartesiano e o positivismo, a Astrologia conseguiu sobreviver graças ao estilo direto e prático da Astrologia Horária.
Destaca-se como divulgador da Astrologia Horária o astrólogo tradicional William Lilly (1602-1681), cujo livro exemplar Astrologia Cristã (1655), se encontra no Blog Biblioteca. W Lilly se destacou também pela assertividade de suas previsões o que deu muito prestígio a esta técnica. Foi só em 1980 que a inglesa Olívia Barclay teve a bênção de descobrir na Biblioteca de londres um original deste generoso livro, o que permitiu resgatar muitos de seus métodos, conceitos e regras fundamentais.
Na atualidade a internet está facilitando o acesso aos livros dos antigos o que está provocando uma espécie de renascimento da chamada Astrologia Tradicional, que inclui a Astrologia Horária.
A Astrologia horária trabalha só com os planetas até Saturno, os 12 signos tropicais, as 12 casas, os aspectos maiores, as dignidades e debilidades planetárias, e as estrelas fixas. É cheia de detalhes, regras e métodos que tem o propósito de expressar detalhes de acontecimentos.
A Astrologia horária é construída para responder perguntas claras, bem definidas, concretas, singulares, objetivas.
A carta é feita na hora que é formulada a pergunta ao astrólogo
A questão da pergunta
Perguntas concretas, importantes para pessoas:
vou me casar com fulano?
vou ser aceito em tal emprego?
onde está tal objeto perdido?
questões sobre doenças, pessoas dessaperecidas, heranças.
Definição clara do quesito, situação que levou, inspirou a pergunta. Localizar os significadores da pergunta (planetas que regem o querente).
Ascendente ou cúspide da casa I - perguntador
casa 7 - o astrólogo (o artista)
Regentes dos signos. Condição celeste. Aspectos. Dignidades. Virtudes.
ver nas efemérides se o movimento dos planetas está a favor ou contra o acontecimento.
aspectos separativos... já aconteceu
aspectos aplicativos... vai acontecer
oposição - nefasto
recepção mutua - favorável
translação de luz
www.johnfrawley.com, na mesma edição: www.johnfrawley.com/2APPRENTICE.pdf
AS CONSIDERAÇÕES ANTES DO JULGAMENTO
Quando um paciente entra em um consultório clínico, o médico imediatamente irá observar certas coisas, mesmo antes de perguntar “Qual é o problema?”. Temos algo similar em astrologia horária. Uma vez que tenhamos confeccionado o mapa, existem alguns pontos que devemos checar antes de nos metermos a julgá-lo. Estes pontos são tradicionalmente conhecidos como as considerações antes do julgamento, e servem para proteger o astrólogo, o avisando quando for mais provável que ele cometa um erro.
No consultório, fatores óbvios como a idade e o sexo do paciente excluirão alguns diagnósticos possíveis. Para dar um exemplo simples, não importa o quanto os sintomas sugiram uma gravidez, se o paciente é homem, o médico sabe que esta seria a resposta errada. Há alguma coisa que lhe diz “tenha cuidado – pense de novo.”. Ele sabe que sua diagnose deve se ajustar ao paciente. Da mesma forma, se o paciente está pulando pela sala, radiando de saúde, o medico deve suspeitar que ele esteja apenas procurando uns dias longe do trabalho, e deve dar um desconto em tudo o que ele lhe disser.
Uma vez que o paciente começa a contar seus sintomas, outros sinais de alerta podem soar na cabeça do médico. “Isso é provavelmente uma indigestão leve”, ele pensa, “mas eu tenho que ter cuidado; pode também ser um caso de espinhela caída, uma doença grave, e é fácil confundir uma com a outra”. Haverá momentos em que ele não conseguirá diagnosticar o problema, e outros – mesmo que a doença seja apenas um resfriado – em que ele não poderá produzir a cura. Existem fatores no mapa que dão ao astrólogo o mesmo sinal de alerta: “tenha cuidado aqui, você pode errar desta vez”.
O ascendente representa a pessoa que fez a pergunta, e, portanto, é de grande importância. Um alerta tradicionalmente sério é se o ascendente cair nos primeiros graus de um signo. Menos de três graus ascendendo sugerem que seja muito cedo para julgar a questão: alguma coisa tem que acontecer antes que haja informação suficiente, mesmo no mapa. É como se a pergunta não estivesse madura ainda. Para continuar com a analogia médica, o paciente pode estar se sentindo desconfortável de uma forma geral, mas o médico não consegue dizer qual é a sua doença antes que ele comece a ficar todo pintado.
Quando os graus ascendendo são 27 ou mais, costuma-se dizer que é muito tarde para julgar: não há mais nada que possa ser feito sobre o assunto, ou ele está fora das mãos da querente. Se ela pergunta “eu conseguirei o emprego?”, por exemplo, ele pode já ter sido dado a outra pessoa, ou pode ser um daqueles empregos que são anunciados apenas pro forma, quando a decisão já foi tomada muito tempo atrás. Essa situação tardia muitas vezes reflete a opinião do querente, e não o real estado das coisas.
Esses avisos sobre os graus iniciais ou tardios vêm de uma época em que era muito mais difícil do que hoje em dia de se ter certeza exatamente qual signo estava ascendendo. Se o astrólogo pusesse o ascendente no signo errado, ele dificilmente terminaria com um julgamento correto: daí vem o conselho de evitar julgar mapas ao redor do ponto de mudança dos signos. Como diz Lilly, em um período comparativamente recente da história da astrologia, “muitas vezes o Sol não está visível, e os relógios podem falhar, é possível que você se engane e erre o Ascendente correto”. Com relógios mais acessíveis e efemérides mais acuradas, isso é muito menos relevante hojeem dia. Dito isto, graus iniciais carregam uma sensação de imaturidade e graus tardios a desesperança do fait acompli.
Esses graus iniciais ou tardios também podem nos alertar que a pergunta pode não ser sincera, que foi perguntada com a intenção de enganar o astrólogo, ou, nas palavras de Henry Coley, pupilo de Willian Lilly, que o querente andou “mexendo com outros”. E é isso o que normalmente acontece: estas são as pessoas que, quando ouvem o julgamento, dirão: “ah, mas o meu médium disse...”.
Os escritores mais antigos diziam que um mapa com 27 graus ou mais no ascendente pode ser lido com segurança se o querente tem a idade correspondente ao número de graus, e que quando o ascendente está em 3 graus ou menos, ele pode ser lido com segurança se o querente é muito jovem (não necessariamente menor de três anos).
Estes são exemplos de mapas que se ajustam às circunstâncias, considerando um critério de radicalidade, embora o desejo de encontrar a descrição física do querente no ascendente e seu regente deva ser visto no contexto do trabalho do astrólogo. Isso era o seu argumento de convencimento – um modo de impressionar o cliente com sua sabedoria antes de iniciar o julgamento. A correlação aparentemente mágica entre o número de graus no ascendente e sua idade pode ter sido um modo de inspirar reverência no cliente, mas não é mais relevante do que a correlação entre os mesmos graus e o número de sua casa ou o comprimento da cauda de seu gato.
Este estabelecimento do quadro da situação às vezes é útil e pode ser impressionante; no entanto, a existência ou não de uma correspondência aparente entre o regente do ascendente e o querente não pode, no entanto, ser tomada como um critério de validade do mapa. O regente do ascendente significa o querente porque ele rege a primeira casa, não porque ele descreva o próprio ou a sua situação. Não é da nossa alçada decidir se o mapa “se ajusta” e é, portanto, “real”; o mapa é parte da realidade, tanto quanto qualquer outra coisa. Se esquecermos disso, a astrologia vira nonsense. O mapa ainda é radical, o regente do ascendente descrevendo o querente ou não.
A posição da Lua é importante.
Se ela estiver na Via Combusta – o caminho que queima – de 15º de Libra a 15º de Escorpião – ou prestes a entrar nesta região, considera-se que isso seja um sinal de que o julgamento do astrólogo não será bem recebido, e que os eventos serão muito turbulentos para serem confiáveis.
A Lua não fazer nenhum aspecto antes de deixar o signo onde ela está (LFC) é uma forte indicação de que nada irá acontecer. Isso bem pode ser uma resposta por si só, para o bem ou para o mal: “irei conseguir o emprego?”; “minha mulher vai me deixar?”; não; nada irá ocorrer. Em Câncer ou Touro, onde a Lua é forte, ou Peixes e Sagitário, regidos por Júpiter, que é exaltado em Câncer, signo da Lua, isso não se aplica.
Isso também se aplica se a Lua estiver Fora de Curso no meio de um signo. Isso demonstra um período de estagnação, que normalmente durará até que o querente tome uma ação para cessar a paralisia total – frequentemente, uma ação implícita na pergunta, mas que o cliente estava evitando.
Muitas vezes o querente, embora perfeitamente sincero, não está fazendo a pergunta que está realmente na sua cabeça. Ele pode, por exemplo, estar preocupado com um relacionamento, mas não quer perguntar sobre isso para não receber uma resposta da qual não goste. Assim, em vez de perguntar sobre isso, ele indaga sobre sua profissão. A posição da Lua muitas vezes mostra sobre o que ele realmente está pensando. Não necessariamente ele está pensando em alguma coisa completamente diferente, mas pode indicar seu interesse particular no assunto. Se ele pergunta “irei casar com esta mulher?” e a Lua está na oitava casa – o dinheiro do parceiro – isso seria uma sugestão de que, pelos menos, o lado econômico do casamento é importante para ele.
Se a Lua estiver na 12ª, a casa dos segredos, é claro que há algo mais profundo do que a questão feita, mesmo que o querente não saiba o que é. Mesmo a melhor resposta não o deixará satisfeito: é como se ele estivesse gradualmente tateando na direção do que o que ele realmente quer saber. A pergunta que ele realmente fez pode ser um passo importante na direção certa, mesmo se for somente para que ele perceba que ela não é na verdade o que está no coração do problema.
Se a pergunta é feita por outra pessoa, a sétima casa significa o astrólogo. Se Saturno estiver na sétima, ou o regente da sétima estiver localizado de forma infeliz, o alarme é de julgamento ruim. Normalmente haverá uma boa razão para isso. Suponhamos que o regente da sétima, significando o astrólogo, recebe uma quadratura de Marte, regente da sexta, a casa das doenças; isso demonstraria que o astrólogo está com uma enorme febre – ele não está no seu melhor estado, portanto seu julgamento inevitavelmente será prejudicado. Esta aflições à sétima casa podem ser ignoradas se a pergunta for sobre assuntos da própria sétima – relacionamentos, parcerias profissionais ou inimigos declarados. Neste caso, as aflições serão parte da situação que o astrólogo estará julgando. Morinus, no entanto, ressaltou que qualquer planeta afligindo a sétima casa também aflige a primeira: ele não tinha tempo para astrólogos egocêntricos que encontram a si próprios em todas as questões.
Mais do que uma sétima afligida, um alerta que se deve ouvir parecem ser as aflições de Mercúrio ou do regente da terceira casa, que representa a comunicação do cliente com o astrólogo. Isso pode indicar que, mesmo que não de forma deliberada, o cliente forneceu informações falsas. Parece ser da natureza dos objetos perdidos, por exemplo, que eles estejam exatamente no lugar onde o cliente assegurou o astrólogo que eles não estão.
Finalmente, o regente do ascendente combusto – a menos de 8,5 graus do Sol – é uma forte indicação de que o querente não seguirá o julgamento: seu senso de raciocínio foi completamente subjugado. Lilly inadvertidamente fornece um exemplo deste caso. Ele teve a oportunidade de comprar algumas casas, em uma das quais ele havia vivido e sido feliz quando era um jovem homem. Ele erigiu um mapa para a pergunta: “devo comprar estas casas?”.
O senhor do ascendente, representando o próprio Lilly, era Vênus – combusta e, pior ainda, se movendo em direção ao aumento da combustão. Para um olhar imparcial, o mapa demonstrava claramente que comprar as casas não era uma boa idéia: elas estavam em má condição e o vendedor, percebendo que Lilly estava fisgado, estava pedindo um preço desproporcionalmente alto. Em seu julgamento, Lilly, normalmente tão cuidadoso, torce toda e qualquer regra de astrologia para tentar atingir a resposta que queria. Mesmo assim, ele não consegue, ignora o mapa e compra as casas de qualquer modo.
Ao escrever seu julgamento mais ou menos treze anos depois, para incluir no Christian Astrology, Lilly admite que fez um “negócio ruim”, mas alega não ter ser arrependido. Isso é um exemplo claro de como o melhor dos astrólogos pode ser iludido por seu planetaem combustão. O Sol , neste mapa, representa a filha do vendedor. Lilly se convenceu de que ela estava do seu lado nas negociações, persuadindo seu pai a não vender as casas para mais ninguém. É mais provável que ela estivesse manipulando Lilly, o que foi a causa imediata de seu julgamento teimoso e equivocado (todos os louvores a Archie Dunlop por ressaltar este ponto).
As opiniões divergem sobre como o astrólogo deve reagir a essas considerações. Alguns se recusam a lidar com qualquer mapa nos quais elas se apliquem, o que parece com o médico que diz a metade de seus pacientes: “vá embora, você tem os sintomas errados”. Elas podem ser vistas apenas como alertas, sinais de que devemos ter cuidado e checar se não há algo que estejamos desprezando. Se ficarmos tão aterrorizados com a possibilidade do erro, não seremos capazes de julgar nada.
Se estiver em dúvida, no entanto, é completamente permitido ao astrólogo dizer “eu não sei”. Existe uma história, sobre o Rei Eduardo VII da Inglaterra, na qual ele pergunta para seu médico o que estaria errado com ele. Quando o médico respondeu “eu não sei”, dizem que o Rei falou “você deve saber. Você é o melhor médico da Inglaterra.”, ao que ele replicou “se eu não fosse um médico tão bom, eu saberia.”.
A questão do regente da hora e a sua relação com o regente do ascendente será considerada em detalhe em uma edição posterior.
Posso voltar para casa?
O cliente é um exilado político. O governo de seu país o tem tentado, dizendo que ele poderia retornar sem sofrer nenhum mal. Ele não confiava neles, e perguntou se o seu retorno seria seguro.
Imediatamente, notamos a precaução antes do julgamento: um grau muito avançado no ascendente. Neste caso, ele refletiu de forma precisa o seu desespero. A lua está na oitava casa, a casa da morte, enfatizando suas preocupações. Em uma pergunta como essa, o Nodo Sul nesta casa é um sinal muito ruim: ele tinha muito com o que se preocupar. A Lua não está no mesmo signo do que a oitava casa, no entanto, dando a ele um pouco de segurança. Ela está em Touro, sua exaltação, e está se aplicando a uma conjunção com Vênus, a regente daquele signo. Vênus rege a nona casa, viagens longas. Essa associação com a benéfica Vênus sugere que ficar em uma longa viagem, longe de casa, é o que o mantém a salvo.
O significador do querente, Mercúrio, confirma isso: lá está ele, na nona casa, um lugar apropriado para um homem no exílio. Ele está em seu próprio signo, confirmando sua segurança, mas está retrógrado, e sob os raios do Sol (a menos de 17 graus e meio do Sol). Com Mercúrio neste estado, ele não está pensando direito. Ele está andando para trás – ele está pensando em voltar – para se opor a Júpiter, o senhor da quarta casa, sua terra natal.
Se os dois significadores se encontram por oposição, a coisa sobre a qual se pergunta ocorre, mas há arrependimento depois. Nesta situação, o arrependimento pode chegar tarde demais. Felizmente, o aspecto não chega à perfeição. Mercúrio pára e volta a seu movimento à frente logo antes de atingir a oposição. É como se ele voltasse à razão e percebesse o que o espera bem em cima da hora.
As conseqüências de não conseguir realizá-lo seriam fatais. Existem dois modos diferentes de se descobrir a posição da Parte da Morte: ou se adiciona aos graus da oitava cúspide os graus de Saturno e se retira os graus da Lua, ou se adiciona aos graus do ascendente os graus da oitava cúspide e, novamente, se tira a Lua. O primeiro destes métodos dá 11,14 de Peixes: Júpiter, o regente de sua terra natal, se aplica imediatamente a este ponto por quadratura. O segundo método dá 17,41 de Virgem. Neste caso, Mercúrio, o próprio querente, se aplicaem quadratura. No contexto da pergunta, a situação é perigosa.
O julgamento era claro: não vá para casa. Felizmente, Mercúrio ainda estava a alguma distância do Sol. Se ele estivesse combusto, o querente poderia ter seguido Lilly ao ignorar os alertas do mapa, com conseqüências muito mais sérias.
Isso demonstra a conexão entre livre arbítrio e predestinação, uma das maiores pedras de tropeço da astrologia. Eles não são contraditórios, mas são dois lados da mesma moeda. O querente ouviu o julgamento do mapa e decidiu, de livre vontade, não voltar para casa. Essa mudança de vontade é mostrada no mapa; por este lado, podemos dizer que o seu livre arbítrio é predestinado. Podemos dizer também, no entanto, que o seu futuro predestinado é resultado de seu livre arbítrio. Eles são as mesmas coisas, vistas de ângulos diferentes. Eu posso dizer “se eu estou predestinado a ser um cientista nuclear, posso largar a escola”, mas se eu largar a escola, não estou predestinado a ser um cientista nuclear. A lógica, neste caso, é uma faca de dois gumes. Longe de diminuir nosso livre arbítrio, a previsão na verdade aumenta nossa responsabilidade, ao nos mostrar de antemão as conseqüências de nossas ações.
AS CONSIDERAÇÕES ANTES DO JULGAMENTO
Quando um paciente entra em um consultório clínico, o médico imediatamente irá observar certas coisas, mesmo antes de perguntar “Qual é o problema?”. Temos algo similar em astrologia horária. Uma vez que tenhamos confeccionado o mapa, existem alguns pontos que devemos checar antes de nos metermos a julgá-lo. Estes pontos são tradicionalmente conhecidos como as considerações antes do julgamento, e servem para proteger o astrólogo, o avisando quando for mais provável que ele cometa um erro.
No consultório, fatores óbvios como a idade e o sexo do paciente excluirão alguns diagnósticos possíveis. Para dar um exemplo simples, não importa o quanto os sintomas sugiram uma gravidez, se o paciente é homem, o médico sabe que esta seria a resposta errada. Há alguma coisa que lhe diz “tenha cuidado – pense de novo.”. Ele sabe que sua diagnose deve se ajustar ao paciente. Da mesma forma, se o paciente está pulando pela sala, radiando de saúde, o medico deve suspeitar que ele esteja apenas procurando uns dias longe do trabalho, e deve dar um desconto em tudo o que ele lhe disser.
Uma vez que o paciente começa a contar seus sintomas, outros sinais de alerta podem soar na cabeça do médico. “Isso é provavelmente uma indigestão leve”, ele pensa, “mas eu tenho que ter cuidado; pode também ser um caso de espinhela caída, uma doença grave, e é fácil confundir uma com a outra”. Haverá momentos em que ele não conseguirá diagnosticar o problema, e outros – mesmo que a doença seja apenas um resfriado – em que ele não poderá produzir a cura. Existem fatores no mapa que dão ao astrólogo o mesmo sinal de alerta: “tenha cuidado aqui, você pode errar desta vez”.
O ascendente representa a pessoa que fez a pergunta, e, portanto, é de grande importância. Um alerta tradicionalmente sério é se o ascendente cair nos primeiros graus de um signo. Menos de três graus ascendendo sugerem que seja muito cedo para julgar a questão: alguma coisa tem que acontecer antes que haja informação suficiente, mesmo no mapa. É como se a pergunta não estivesse madura ainda. Para continuar com a analogia médica, o paciente pode estar se sentindo desconfortável de uma forma geral, mas o médico não consegue dizer qual é a sua doença antes que ele comece a ficar todo pintado.
Quando os graus ascendendo são 27 ou mais, costuma-se dizer que é muito tarde para julgar: não há mais nada que possa ser feito sobre o assunto, ou ele está fora das mãos da querente. Se ela pergunta “eu conseguirei o emprego?”, por exemplo, ele pode já ter sido dado a outra pessoa, ou pode ser um daqueles empregos que são anunciados apenas pro forma, quando a decisão já foi tomada muito tempo atrás. Essa situação tardia muitas vezes reflete a opinião do querente, e não o real estado das coisas.
Esses avisos sobre os graus iniciais ou tardios vêm de uma época em que era muito mais difícil do que hoje em dia de se ter certeza exatamente qual signo estava ascendendo. Se o astrólogo pusesse o ascendente no signo errado, ele dificilmente terminaria com um julgamento correto: daí vem o conselho de evitar julgar mapas ao redor do ponto de mudança dos signos. Como diz Lilly, em um período comparativamente recente da história da astrologia, “muitas vezes o Sol não está visível, e os relógios podem falhar, é possível que você se engane e erre o Ascendente correto”. Com relógios mais acessíveis e efemérides mais acuradas, isso é muito menos relevante hoje
Esses graus iniciais ou tardios também podem nos alertar que a pergunta pode não ser sincera, que foi perguntada com a intenção de enganar o astrólogo, ou, nas palavras de Henry Coley, pupilo de Willian Lilly, que o querente andou “mexendo com outros”. E é isso o que normalmente acontece: estas são as pessoas que, quando ouvem o julgamento, dirão: “ah, mas o meu médium disse...”.
Os escritores mais antigos diziam que um mapa com 27 graus ou mais no ascendente pode ser lido com segurança se o querente tem a idade correspondente ao número de graus, e que quando o ascendente está em 3 graus ou menos, ele pode ser lido com segurança se o querente é muito jovem (não necessariamente menor de três anos).
Estes são exemplos de mapas que se ajustam às circunstâncias, considerando um critério de radicalidade, embora o desejo de encontrar a descrição física do querente no ascendente e seu regente deva ser visto no contexto do trabalho do astrólogo. Isso era o seu argumento de convencimento – um modo de impressionar o cliente com sua sabedoria antes de iniciar o julgamento. A correlação aparentemente mágica entre o número de graus no ascendente e sua idade pode ter sido um modo de inspirar reverência no cliente, mas não é mais relevante do que a correlação entre os mesmos graus e o número de sua casa ou o comprimento da cauda de seu gato.
Este estabelecimento do quadro da situação às vezes é útil e pode ser impressionante; no entanto, a existência ou não de uma correspondência aparente entre o regente do ascendente e o querente não pode, no entanto, ser tomada como um critério de validade do mapa. O regente do ascendente significa o querente porque ele rege a primeira casa, não porque ele descreva o próprio ou a sua situação. Não é da nossa alçada decidir se o mapa “se ajusta” e é, portanto, “real”; o mapa é parte da realidade, tanto quanto qualquer outra coisa. Se esquecermos disso, a astrologia vira nonsense. O mapa ainda é radical, o regente do ascendente descrevendo o querente ou não.
A posição da Lua é importante.
Se ela estiver na Via Combusta – o caminho que queima – de 15º de Libra a 15º de Escorpião – ou prestes a entrar nesta região, considera-se que isso seja um sinal de que o julgamento do astrólogo não será bem recebido, e que os eventos serão muito turbulentos para serem confiáveis.
A Lua não fazer nenhum aspecto antes de deixar o signo onde ela está (LFC) é uma forte indicação de que nada irá acontecer. Isso bem pode ser uma resposta por si só, para o bem ou para o mal: “irei conseguir o emprego?”; “minha mulher vai me deixar?”; não; nada irá ocorrer. Em Câncer ou Touro, onde a Lua é forte, ou Peixes e Sagitário, regidos por Júpiter, que é exaltado em Câncer, signo da Lua, isso não se aplica.
Isso também se aplica se a Lua estiver Fora de Curso no meio de um signo. Isso demonstra um período de estagnação, que normalmente durará até que o querente tome uma ação para cessar a paralisia total – frequentemente, uma ação implícita na pergunta, mas que o cliente estava evitando.
Muitas vezes o querente, embora perfeitamente sincero, não está fazendo a pergunta que está realmente na sua cabeça. Ele pode, por exemplo, estar preocupado com um relacionamento, mas não quer perguntar sobre isso para não receber uma resposta da qual não goste. Assim, em vez de perguntar sobre isso, ele indaga sobre sua profissão. A posição da Lua muitas vezes mostra sobre o que ele realmente está pensando. Não necessariamente ele está pensando em alguma coisa completamente diferente, mas pode indicar seu interesse particular no assunto. Se ele pergunta “irei casar com esta mulher?” e a Lua está na oitava casa – o dinheiro do parceiro – isso seria uma sugestão de que, pelos menos, o lado econômico do casamento é importante para ele.
Se a Lua estiver na 12ª, a casa dos segredos, é claro que há algo mais profundo do que a questão feita, mesmo que o querente não saiba o que é. Mesmo a melhor resposta não o deixará satisfeito: é como se ele estivesse gradualmente tateando na direção do que o que ele realmente quer saber. A pergunta que ele realmente fez pode ser um passo importante na direção certa, mesmo se for somente para que ele perceba que ela não é na verdade o que está no coração do problema.
Se a pergunta é feita por outra pessoa, a sétima casa significa o astrólogo. Se Saturno estiver na sétima, ou o regente da sétima estiver localizado de forma infeliz, o alarme é de julgamento ruim. Normalmente haverá uma boa razão para isso. Suponhamos que o regente da sétima, significando o astrólogo, recebe uma quadratura de Marte, regente da sexta, a casa das doenças; isso demonstraria que o astrólogo está com uma enorme febre – ele não está no seu melhor estado, portanto seu julgamento inevitavelmente será prejudicado. Esta aflições à sétima casa podem ser ignoradas se a pergunta for sobre assuntos da própria sétima – relacionamentos, parcerias profissionais ou inimigos declarados. Neste caso, as aflições serão parte da situação que o astrólogo estará julgando. Morinus, no entanto, ressaltou que qualquer planeta afligindo a sétima casa também aflige a primeira: ele não tinha tempo para astrólogos egocêntricos que encontram a si próprios em todas as questões.
Mais do que uma sétima afligida, um alerta que se deve ouvir parecem ser as aflições de Mercúrio ou do regente da terceira casa, que representa a comunicação do cliente com o astrólogo. Isso pode indicar que, mesmo que não de forma deliberada, o cliente forneceu informações falsas. Parece ser da natureza dos objetos perdidos, por exemplo, que eles estejam exatamente no lugar onde o cliente assegurou o astrólogo que eles não estão.
Finalmente, o regente do ascendente combusto – a menos de 8,5 graus do Sol – é uma forte indicação de que o querente não seguirá o julgamento: seu senso de raciocínio foi completamente subjugado. Lilly inadvertidamente fornece um exemplo deste caso. Ele teve a oportunidade de comprar algumas casas, em uma das quais ele havia vivido e sido feliz quando era um jovem homem. Ele erigiu um mapa para a pergunta: “devo comprar estas casas?”.
O senhor do ascendente, representando o próprio Lilly, era Vênus – combusta e, pior ainda, se movendo em direção ao aumento da combustão. Para um olhar imparcial, o mapa demonstrava claramente que comprar as casas não era uma boa idéia: elas estavam em má condição e o vendedor, percebendo que Lilly estava fisgado, estava pedindo um preço desproporcionalmente alto. Em seu julgamento, Lilly, normalmente tão cuidadoso, torce toda e qualquer regra de astrologia para tentar atingir a resposta que queria. Mesmo assim, ele não consegue, ignora o mapa e compra as casas de qualquer modo.
Ao escrever seu julgamento mais ou menos treze anos depois, para incluir no Christian Astrology, Lilly admite que fez um “negócio ruim”, mas alega não ter ser arrependido. Isso é um exemplo claro de como o melhor dos astrólogos pode ser iludido por seu planeta
As opiniões divergem sobre como o astrólogo deve reagir a essas considerações. Alguns se recusam a lidar com qualquer mapa nos quais elas se apliquem, o que parece com o médico que diz a metade de seus pacientes: “vá embora, você tem os sintomas errados”. Elas podem ser vistas apenas como alertas, sinais de que devemos ter cuidado e checar se não há algo que estejamos desprezando. Se ficarmos tão aterrorizados com a possibilidade do erro, não seremos capazes de julgar nada.
Se estiver em dúvida, no entanto, é completamente permitido ao astrólogo dizer “eu não sei”. Existe uma história, sobre o Rei Eduardo VII da Inglaterra, na qual ele pergunta para seu médico o que estaria errado com ele. Quando o médico respondeu “eu não sei”, dizem que o Rei falou “você deve saber. Você é o melhor médico da Inglaterra.”, ao que ele replicou “se eu não fosse um médico tão bom, eu saberia.”.
A questão do regente da hora e a sua relação com o regente do ascendente será considerada em detalhe em uma edição posterior.
Posso voltar para casa?
O cliente é um exilado político. O governo de seu país o tem tentado, dizendo que ele poderia retornar sem sofrer nenhum mal. Ele não confiava neles, e perguntou se o seu retorno seria seguro.
Imediatamente, notamos a precaução antes do julgamento: um grau muito avançado no ascendente. Neste caso, ele refletiu de forma precisa o seu desespero. A lua está na oitava casa, a casa da morte, enfatizando suas preocupações. Em uma pergunta como essa, o Nodo Sul nesta casa é um sinal muito ruim: ele tinha muito com o que se preocupar. A Lua não está no mesmo signo do que a oitava casa, no entanto, dando a ele um pouco de segurança. Ela está em Touro, sua exaltação, e está se aplicando a uma conjunção com Vênus, a regente daquele signo. Vênus rege a nona casa, viagens longas. Essa associação com a benéfica Vênus sugere que ficar em uma longa viagem, longe de casa, é o que o mantém a salvo.
O significador do querente, Mercúrio, confirma isso: lá está ele, na nona casa, um lugar apropriado para um homem no exílio. Ele está em seu próprio signo, confirmando sua segurança, mas está retrógrado, e sob os raios do Sol (a menos de 17 graus e meio do Sol). Com Mercúrio neste estado, ele não está pensando direito. Ele está andando para trás – ele está pensando em voltar – para se opor a Júpiter, o senhor da quarta casa, sua terra natal.
Se os dois significadores se encontram por oposição, a coisa sobre a qual se pergunta ocorre, mas há arrependimento depois. Nesta situação, o arrependimento pode chegar tarde demais. Felizmente, o aspecto não chega à perfeição. Mercúrio pára e volta a seu movimento à frente logo antes de atingir a oposição. É como se ele voltasse à razão e percebesse o que o espera bem em cima da hora.
As conseqüências de não conseguir realizá-lo seriam fatais. Existem dois modos diferentes de se descobrir a posição da Parte da Morte: ou se adiciona aos graus da oitava cúspide os graus de Saturno e se retira os graus da Lua, ou se adiciona aos graus do ascendente os graus da oitava cúspide e, novamente, se tira a Lua. O primeiro destes métodos dá 11,14 de Peixes: Júpiter, o regente de sua terra natal, se aplica imediatamente a este ponto por quadratura. O segundo método dá 17,41 de Virgem. Neste caso, Mercúrio, o próprio querente, se aplica
O julgamento era claro: não vá para casa. Felizmente, Mercúrio ainda estava a alguma distância do Sol. Se ele estivesse combusto, o querente poderia ter seguido Lilly ao ignorar os alertas do mapa, com conseqüências muito mais sérias.
Isso demonstra a conexão entre livre arbítrio e predestinação, uma das maiores pedras de tropeço da astrologia. Eles não são contraditórios, mas são dois lados da mesma moeda. O querente ouviu o julgamento do mapa e decidiu, de livre vontade, não voltar para casa. Essa mudança de vontade é mostrada no mapa; por este lado, podemos dizer que o seu livre arbítrio é predestinado. Podemos dizer também, no entanto, que o seu futuro predestinado é resultado de seu livre arbítrio. Eles são as mesmas coisas, vistas de ângulos diferentes. Eu posso dizer “se eu estou predestinado a ser um cientista nuclear, posso largar a escola”, mas se eu largar a escola, não estou predestinado a ser um cientista nuclear. A lógica, neste caso, é uma faca de dois gumes. Longe de diminuir nosso livre arbítrio, a previsão na verdade aumenta nossa responsabilidade, ao nos mostrar de antemão as conseqüências de nossas ações.
Postado por Marcos Monteiro às 8:32 PM 0 comentários 
O original se encontra em: http://www.johnfrawley.com/2APPRENTICE.pdf
Este texto saiu na edição número 2 do Astrologer´s Apprentice.
Fortuna nas competições
A Parte da Fortuna é um dos fatores mais importantes no julgamento de um mapa para uma competição. Com a carta erigida para momento e o local do início da partida, e o Ascendente representando os favoritos e o Descendente os azarões, a Fortuna parece significar as esperanças de glória dos favoritos. No contexto destes mapas em particular, ela é na verdade seu “tesouro”, como sugerem os mestres.
A posição da Parte da Fortuna permanece razoavelmente estática, com relação ao Ascendente, durante os períodos de tempo que estamos considerando, e sua localização em casas ou quaisquer aspectos entre ela e o Ascendente apresentam poucos efeitos. A Fortuna caindo logo no início do descendente ou do Fundo do Céu, por exemplo, a poria sob o controle dos azarões, a tornando um testemunho forte da derrota dos favoritos. Se isso fosse assim, os favoritos em todos os jogos que ocorressem naquela tarde perderiam; isso não acontece.
O antiscion da Fortuna, ao contrário, é muito mais sensível ao tempo, pulando pelo mapa à medida que o Ascendente se move pelos signos. Sua posição é muitas vezes crítica. Caindo logo no início do IC, ou dentro ou se aproximando do Descendente, se torna um dos mais fortes indicadores de vitória para o azarão. Quanto mais perto ele estiver, mais confiáveis são seus efeitos: 2-3 graus parecem ser o máximo.
Da mesma forma, o ascendente se aplicando em trígono ou sextil ao antiscion da Fortuna é um indicador fraco da vitória dos favoritos, enquanto uma quadratura é um testemunho confiável de sua derrota.
Em relação a aspectos com os planetas, no entanto, tanto o antiscion quanto a Parte mesma devem ser considerados. A Lua se aplicando em uma oposição à Fortuna é provavelmente a maior e mais poderosa indicação da derrota dos favoritos; vale, se não sua camisa, ao menos sua jaqueta. Sua oposição ao antiscion mostra a mesma coisa, mas pode ser compensada por outros testemunhos.
A aplicação da Lua a uma conjunção com a Fortuna dá a vitória aos favoritos. Trígono ou quincôncio à Parte também mostra vitória dos favoritos; no entanto, por razões que não estão imediatamente aparentes, enquanto sua quadratura com a Parte não é confiável de forma alguma, sua quadratura com o antiscion é testemunho extremamente confiável da derrota dos favoritos.
A conjunção e a oposição são os únicos aspectos do Senhor do Ascendente à Parte que podem ser seguidos com confiança: a conjunção para a vitória, a oposição com a derrota. Nos outros casos, os aspectos com o antiscion são mais confiáveis. Surpreendentemente, sua oposição ao antiscion parece trazer vitória.
Aspectos com Saturno, se ele não for o regente do Ascendente, são aflições sérias, como deveríamos esperar. Nem combustão, nem conjunção com estrelas fixas (mesmo Caput Algol), no entanto, parecem fazer alguma diferença.
Experimentos repetidos com mapas deste tipo mostram que a Fortuna pode ser calculada como Ascendente+ Sol – Lua, tanto de dia como de noite. Parece razoável supor que isso se aplique a qualquer tipo de mapa.
Este texto saiu na edição número 2 do Astrologer´s Apprentice.
Fortuna nas competições
A Parte da Fortuna é um dos fatores mais importantes no julgamento de um mapa para uma competição. Com a carta erigida para momento e o local do início da partida, e o Ascendente representando os favoritos e o Descendente os azarões, a Fortuna parece significar as esperanças de glória dos favoritos. No contexto destes mapas em particular, ela é na verdade seu “tesouro”, como sugerem os mestres.
A posição da Parte da Fortuna permanece razoavelmente estática, com relação ao Ascendente, durante os períodos de tempo que estamos considerando, e sua localização em casas ou quaisquer aspectos entre ela e o Ascendente apresentam poucos efeitos. A Fortuna caindo logo no início do descendente ou do Fundo do Céu, por exemplo, a poria sob o controle dos azarões, a tornando um testemunho forte da derrota dos favoritos. Se isso fosse assim, os favoritos em todos os jogos que ocorressem naquela tarde perderiam; isso não acontece.
O antiscion da Fortuna, ao contrário, é muito mais sensível ao tempo, pulando pelo mapa à medida que o Ascendente se move pelos signos. Sua posição é muitas vezes crítica. Caindo logo no início do IC, ou dentro ou se aproximando do Descendente, se torna um dos mais fortes indicadores de vitória para o azarão. Quanto mais perto ele estiver, mais confiáveis são seus efeitos: 2-3 graus parecem ser o máximo.
Da mesma forma, o ascendente se aplicando em trígono ou sextil ao antiscion da Fortuna é um indicador fraco da vitória dos favoritos, enquanto uma quadratura é um testemunho confiável de sua derrota.
Em relação a aspectos com os planetas, no entanto, tanto o antiscion quanto a Parte mesma devem ser considerados. A Lua se aplicando em uma oposição à Fortuna é provavelmente a maior e mais poderosa indicação da derrota dos favoritos; vale, se não sua camisa, ao menos sua jaqueta. Sua oposição ao antiscion mostra a mesma coisa, mas pode ser compensada por outros testemunhos.
A aplicação da Lua a uma conjunção com a Fortuna dá a vitória aos favoritos. Trígono ou quincôncio à Parte também mostra vitória dos favoritos; no entanto, por razões que não estão imediatamente aparentes, enquanto sua quadratura com a Parte não é confiável de forma alguma, sua quadratura com o antiscion é testemunho extremamente confiável da derrota dos favoritos.
A conjunção e a oposição são os únicos aspectos do Senhor do Ascendente à Parte que podem ser seguidos com confiança: a conjunção para a vitória, a oposição com a derrota. Nos outros casos, os aspectos com o antiscion são mais confiáveis. Surpreendentemente, sua oposição ao antiscion parece trazer vitória.
Aspectos com Saturno, se ele não for o regente do Ascendente, são aflições sérias, como deveríamos esperar. Nem combustão, nem conjunção com estrelas fixas (mesmo Caput Algol), no entanto, parecem fazer alguma diferença.
Experimentos repetidos com mapas deste tipo mostram que a Fortuna pode ser calculada como Ascendente+ Sol – Lua, tanto de dia como de noite. Parece razoável supor que isso se aplique a qualquer tipo de mapa.
John Frawley é um dos grandes nomes entre os astrólogos "tradicionais" e um dos mais famosos. Para o meu gosto, também é um dos que escreve melhor.
http://www.johnfrawley.com/
http://www.johnfrawley.com/
Perguntas e seus Significadores na Figura Horária
Quantas vezes a Figura apresenta impedimento para o astrólogo julgar pois a pergunta não é clara ou porque o Querente tinha mais de uma questão em mente.
A Astrologia Horária não responde às questões subjetivas, "ele me ama?" não é uma pergunta objetiva de resposta sim ou não, não é apropriada para uma Figura Horária.
Quanto ao “vamos namorar?” ou “vamos casar?” questionam fatos que podem ou não existir na vida do Querente. É objetivo.
As perguntas podem ser gerais “vou comprar um carro em 2009?” ou mais exatas “vou comprar o carro do meu amigo em 2009?”
Lembrar que se a pergunta é sobre um outro alguém ou a um objeto ou situação de um outro alguém, precisa se encontrar a casa derivada.
A pergunta “vou comprar o apartamento de meu amigo?”: o Querente é o representado pelo Ascendente da Figura, o Amigo é a casa XI. E o apartamento do Amigo? Será a casa IV derivada da casa XI, a casa II radical.
Se fosse o “meu filho casará em 2008?”, toma-se os regentes da casa V radical, o filho da Querente, e da casa VII derivada, o casamento, ou casa XI radical.
Falarei em outra postagem sobre casas derivadas, com uma listagem de hipóteses, como: qual a casa dar à mãe do meu amigo?
Escolha de Significadores do Querente e da Pergunta
Significador do Querente
O Querente tem sempre como significador o regente do ascendente e a Lua como co-significadora, muito simples.
Porém, após ler o estudo da astróloga Clélia Romano sobre a obra Masha’ allah para este artigo, tenho considerado a escolha do significador do Querente com o critério da técnica de Masha’ allah.
A escolha do significador do Querente: escolhe-se o regente do Ascendente quando ele está em aspecto ptolomaico, conjunção, sextil, trigono, quadratura, oposição, com o Ascendente.
Exemplo: Ascendente em Libra, Vênus em Libra (conjunção ao ascendente), Leão, Sagitário (sextil ao ascendente) Gêmeos, Aquário (trigono), Capricórnio, Câncer (quadratura), Áries (oposição).
Se o regente do Ascendente aspectar um outro planeta que esteja em aspecto ptolomaico com o Ascendente, poderá ser escolhido.
Exemplo: Ascendente em Libra, Vênus em Virgem aplicando Trigono a Júpiter Capricórnio. Como Júpiter aspecta o ascendente por quadratura, júpiter coleta a luz de Vênus e leva ao Ascendente. Vênus pode ser o significador pelo contato com Júpiter.
Quando o regente do signo do ascendente da Figura estiver em aversão ou inconjunto ao ascendente, e não aspectar algum planeta que o ligue ao Ascendente, ele deve ser descartado. O mesmo se faz para a Lua.
Se o regente do Ascendente e a Lua forem descartados, espera-se qual dos dois ingressará em signo em que se possa aplicar aspecto ao Ascendente.
Exemplo: no dia 27 de Dezembro, calculei uma Figura com Ascendente em Leão. A pergunta era “vou conseguir um trabalho em 2009?”. A Querente está desempregada e espalhou os currículos em empresas, pediu a amigos e ao namorado que levassem os currículos tbém para quem talvez pudesse ajudar.
Julgamento 1
Sol e Lua são significadores da Querente, Vênus rege a casa X e é significador do trabalho. Sol e Lua n aplicam aspecto a Vênus.
Lua Combusta, Vênus Vazia de Curso: a Querente continuará desempregada.
Julgamento 2
Se usar a técnica de Masha’ allah:
O Sol e a Lua estavam em Capricórnio, inconjuntos ao Ascendente. O Sol e a Lua tbém não aplicavam aspecto a nenhum planeta em conjunção, ou sextil, trigono, oposição ou quadratura ao Ascendente.
Visualizei que a Lua em Aquário estaria na vasa VII, aspectando o Ascendente por Oposição. E ao ingressar em Aquário, a Lua aplicaria conjunção a Vênus, regente do trabalho ou casa X.
O significador da Querente, a Lua, e o significador do assunto perguntado, Vênus estarão em conjunção na casa VII, que é das uniões.
A resposta é que a Querente terá uma demora mas conseguirá um emprego com ajuda ou por intermédio do namorado.
Significador do assunto perguntado:
Casa I: o Querente, a sua saúde do Querente, o corpo e aparência do Querente
Casa II: os bens móveis do Querente, o seu dinheiro, os seus objetos. “Onde está a minha carteira?”, a carteira tem como significador o regente da casa II.
Casa III: irmãos, viagens curtas, as comunicações do Querente ou sobre o Querente. “Estou sendo caluniado?”, o regente da casa III vai representar a calúnia. Ascendente em Áries, casa III em Gêmeos, Mercúrio em Libra em Quadratura a Marte em Capricórnio: Mercúrio está em Libra, signo de Detrimento de Marte e aind aplica quadratura a Marte. A resposta é sim e Mercúrio é a calúnia contra o Querente.
Casa IV: imóveis, bens, heranças do Querente. O pai do Querente.
Casa V: amores, o sexo e diversões. Os filhos do Querente. É a casa do dinheiro do pai por derivação, a casa II derivada da casa IV.
Casa VI: as aflições, doenças e os trabalhos pesados que fazem o sofrimento do Querente. Os animais pequenos. Os empregados do Querente.
Casa VII: o marido, a esposa, o sócio, o colega. Os inimigos que o Querente conhece. Os profissionais contratados pelo Querente: o médico, o advogado. O Oponente em um Processo legal, o Concorrente em um Concurso ou Eleição. "Vou me eleger síndico?", o regente da casa VII será o outro candidato a ser síndico.
Casa VIII: as perdas, a dor mas as heranças, a pensão deixada pelo marido.
Casa IX: religião, conhecimento superior, viagens longas.
Casa X: a carreira, o trabalho. A autoridade que está acima do Querente: o patrão, o juiz que julga seu processo. A mãe do Querente pois é a casa VII derivada da casa IV, o pai.
Casa XI: amigos, ajuda, dinheiro que vem de presente, como sorte, como prêmio da Loteria. Mas tbém, o dinheiro do trabalho, o salário, pois é a casa II derivada da casa X.
Casa XII: prisões, hospitais. O regente da casa XII será um dos significadores da pergunta: “Vou ter que operar a Vesícula?”. A internação no hospital e operação são a casa XII, a doença é representada pelo regente da casa VI.
OBSERVAÇÃO: o Estudo de Clélia Romano sobre Masha'allah está no sitehttp://www.astrologiahumana.com/ e o título é A técnica de Masha´allah na questões Horárias
Mais uma recomendação: a comunidade do astrólogo Lauss Hans, onde tem tópicos com exemplos de perguntas horárias.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=107643763

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